Os Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) são distúrbios nas interações sociais recíprocas, com padrões de comunicação estereotipados e repetitivos e estreitamento nos interesses e nas atividades. Geralmente se manifestam nos primeiros cinco anos de vida.
Este Blog foi criado com o objetivo de esclarecer um pouco mais sobre os Trantornos Globais do Desenvolvimento, e dentro dele o Autismo e a Síndrome de Asperger.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Autismo - Definição, Diagnostico & Sintomas
Lorna Wing definiou o autismo como uma síndrome que apresenta comprometimentos em três importantes domínios do desenvolvimento humano: a comunicação, a sociabilização e a imaginação. A isto, ela deu o nome de tríade.
Desvios qualitativos da comunicação
Caracterizada pela dificuldade em utilizar com sentido todos os aspectos da comunicação verbal e não verbal. Isto inclui gestos, expressões faciais, linguagem corporal, ritmo e modulação na linguagem verbal.
Portanto, dentro da grande variação possível na severidade do autismo, poderemos encontrar uma criança sem linguagem verbal e com dificuldades na comunicação por qualquer outra via - isto inclui ausência de uso de gestos ou um uso muito precário dos mesmos; ausência de expressão facial ou expressão facial incompreensível para os outros e assim por diante - como podemos, igualmente encontrar crianças que apresentam linguagem verbal, porém esta é repetitiva e não comunicativa.
Muitas das crianças que apresentam linguagem verbal repetem simplesmente o que lhes foi dito. Este fenômeno é conhecido com ecolalia imediata. Outras crianças repetem frases ouvidas há horas, ou até mesmo dias antes (ecolalia tardia).
É comum que crianças com autismo e inteligência normal repitam frases ouvidas anteriormente e de forma perfeitamente adequada ao contexto, embora, geralmente nestes casos, o tom de voz soe estrando e pedante.
Desvios qualitativos na sociabilização
Este é o ponto crucial no autismo e o mais fácil de gerar falsas interpretações. Significa a dificuldade em relacionar-se com os outros, a incapacidade de compartilhar sentimentos, gostos e emoções e a dificuldade na discriminação entre diferentes pessoas.
Muitas vezes a criança que tem autismo aparenta ser muito afetiva, por aproximar-se das pessoas abraçando-as e mexendo, por exemplo, em seu cabelo ou mesmo beijando-as quando na verdade ela adota indiscriminadamente esta postura, sem diferenciar pessoas, lugares ou momentos. Esta aproximação usualmente segue um padrão repetitivo e não contém nenhum tipo de troca ou compartilhamento.
A dificuldade de sociabilização, que faz com que a pessoa que tem autismo tenha uma pobre consciência da outra pessoa, é responsável, em muitos casos, pela falta ou diminuição da capacidade de imitar, que é uns dos pré-requisitos cruciais para o aprendizado, e também pela dificuldade de se colocar no lugar de outro e de compreender os fatos a partir da perspectiva do outro.
Pesquisas mostraram que mesmo nos primeiros dias de vida um bebê típico prefere olhar para rostos do que para objetos. Através das informações obtidas pela observação do rosto dos pais, o bebê aprende e encontra motivação para aprender. Já o bebê com autismo dirige sua atenção indistintamente para pessoas e para objetos, e sua falha em perceber pessoas faz com que perca oportunidades de aprendizado, refletindo em um atraso do desenvolvimento.
Desvios qualitativos na imaginação
Se caracteriza por rigidez e inflexibilidade e se estende às várias áreas do pensamento, linguagem e comportamento da pessoa. Isto pode ser exemplificado por comportamentos obsessivos e ritualísticos, compreensão literal da linguagem, falta de aceitação das mudanças e dificuldades em processos criativos.
Esta dificuldade pode ser percebida por uma forma de brincar desprovida de criatividade e pela exploração peculiar de objetos e brinquedos. Uma criança que tem autismo pode passar horas a fio explorando a textura de um brinquedo. Em crianças que têm autismo e têm inteligência preservada, pode-se perceber a fixação em determinados assuntos, na maioria dos casos incomuns em crianças da mesma idade , como calendários ou animais pré-históricos, o que é confundido às vezes com nível de inteligência superior.
As mudanças de rotina, como de casa, dos móveis, ou até mesmo de percurso, costumam perturbar bastante algumas dessas crianças.
Diagnóstico:
O diagnóstico é essencialmente clínico. Leva em conta o comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).
O diagnóstico de autismo é feito basicamente através da avaliaçãodo quadro clínico. Não existem testes laboratoriais específicos para adetecção do autismo. Por isso, diz-se que o autismo não apresenta um marcador biológico
Para o diagnóstico do autismo, verificam-se os sintomas pela anamnese (entrevista onde são colhidos dados do paciente) ou através de exames que demonstrem as disfunções físicas do cérebro comuns aos portadores da síndrome.
Entre os sintomas mais comuns, de acordo com o Dr. E. Chirstian Gauderer, autor do livro “Autismo e Outros Atrasos do Desenvolvimento”, temos os distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e lingüísticas, as reações anormais às sensações, em especial em relação à visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.
A fala e a linguagem no autista estão ausentes ou consideravelmente atrasadas, com uso de palavras sem associação com significado. Certas áreas específicas do pensar estão presentes ou não. O ritmo da fala é imaturo e a compreensão das idéias é restrita. O autista não se relaciona normalmente com objetos, eventos e pessoas.
De acordo com a OMS, os critérios aceitos para o diagnóstico de autismo são, em primeiro lugar, lesão marcante na interação social e comunicação recíproca da criança, padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, além de terem sido notadas anormalidades de desenvolvimento nos primeiros três anos de vida.
Boa parte dos autistas apresenta séria ausência de coordenação motora fina, o que pode ser compensado, ao longo dos anos. Em geral, os estudantes autistas desenvolvem soluções de escrita diferentes das ensinadas nas escolas tradicionais. Em contrapartida, a coordenação motora ampla costuma ser muito superior à média, o que faz de muitos autistas bons atletas.
Um sintoma característico dos autistas é a repetição exaustiva de uma situação. De acordo com especialistas, os autistas de alto desempenho elaboram o mundo desta forma, encontrando assim um jeito de se comunicar com este mundo.
Para o diagnóstico do autismo, verificam-se os sintomas pela anamnese (entrevista onde são colhidos dados do paciente) ou através de exames que demonstrem as disfunções físicas do cérebro comuns aos portadores da síndrome.
Entre os sintomas mais comuns, de acordo com o Dr. E. Chirstian Gauderer, autor do livro “Autismo e Outros Atrasos do Desenvolvimento”, temos os distúrbios no ritmo de aparecimentos de habilidades físicas, sociais e lingüísticas, as reações anormais às sensações, em especial em relação à visão, audição, tato, dor, equilíbrio, olfato, gustação e maneira de manter o corpo.
A fala e a linguagem no autista estão ausentes ou consideravelmente atrasadas, com uso de palavras sem associação com significado. Certas áreas específicas do pensar estão presentes ou não. O ritmo da fala é imaturo e a compreensão das idéias é restrita. O autista não se relaciona normalmente com objetos, eventos e pessoas.
De acordo com a OMS, os critérios aceitos para o diagnóstico de autismo são, em primeiro lugar, lesão marcante na interação social e comunicação recíproca da criança, padrões restritos, repetitivos e estereotipados de comportamento, além de terem sido notadas anormalidades de desenvolvimento nos primeiros três anos de vida.
Boa parte dos autistas apresenta séria ausência de coordenação motora fina, o que pode ser compensado, ao longo dos anos. Em geral, os estudantes autistas desenvolvem soluções de escrita diferentes das ensinadas nas escolas tradicionais. Em contrapartida, a coordenação motora ampla costuma ser muito superior à média, o que faz de muitos autistas bons atletas.
Um sintoma característico dos autistas é a repetição exaustiva de uma situação. De acordo com especialistas, os autistas de alto desempenho elaboram o mundo desta forma, encontrando assim um jeito de se comunicar com este mundo.
Sintomas:
O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:
1) ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;
2) o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;
3) domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.
Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.
Síndrome de Asperger
Síndrome de Asperger ou o transtorno de Asperger ou ainda Desordem de Asperger é um síndrome que está relacionado com o autismo, diferenciando-se deste por não comportar nenhum “atraso global no desenvolvimento cognitivo ou de linguagem”.
Características
· Interesses específicos ou preocupações com um tema em detrimento de outras actividades;
· Rituais ou comportamentos repetitivos;
· Peculiaridades na fala e na linguagem;
· Padrões de pensamento lógico/técnico extensivo (às vezes comparado com os traços de personalidade do personagem Spock de Jornada nas Estrelas);
· Comportamento socialmente e emocionalmente impróprio e problemas de interacção inter pessoal;
· Problemas com comunicação não-verbal;
· Transtornos motores, movimentos desajeitados e descoordenados.
Esta síndrome parece representar uma desordem neurobiológica que é muitas vezes
classificada como uma Pervasive Developmental Disorders (PDD). É caracterizada por desvios e
anormalidades em três amplos aspectos do desenvolvimento: interacção social, uso da linguagem
para a comunicação e certas características repetitivas ou perserverativas sobre um número
limitado, porém intenso, de interesses.
Apesar de existirem algumas semelhanças com o Autismo, as pessoas com Síndrome de
Asperger geralmente têm elevadas habilidades cognitivas (pelo menos Q.I. normal, às vezes indo
até às faixas mais altas) e por funções de linguagem normais, se comparadas a outras desordenas
ao longo do espectro.
Apesar de poderem ter um extremo comando da linguagem e vocabulário elaborado, estão
incapacitadas de o usar em contexto social e geralmente têm um tom monocórdico, com alguma
nuance e inflexão na voz.
Crianças com Síndrome de Asperger, podem ou não procurar uma interacção social, mas têm
sempre dificuldades em interpretar e aprender as capacidades da interacção social e emocional
Habilidades incomuns, como memorização de sequências matemáticas ou de mapas, são bastante presentes em pessoas com essa síndrome.
Processo de Ensino e Aprendizagem com Autistas
Processo de Ensino e Aprendizagem com Autistas
O processo de ensino e aprendizagem de alunos com autismo carece de ser orientado pela perspectiva da linguagem, rompendo e transcedendo ao ensino mecanizado de hábitos e à concepção reducionista acerca do desenvolvimento da aprendizagem deste aluno” (ORRÚ, 2008)
Aprendizagem: mudança observável nos comportamentos do individuo, a circunstancia de aprendizagem envolve recompensa e controle, planejamento criterioso das contingencias de aprendizagem, das seqüências de atividades e modelagem do comportamento do homem, por meio de manipulações de reforços, desconsiderando os elementos que não podem ser observados ou sujeitos a esse mesmo comportamento.
ð A aprendizagem pode ser diretamente observável pelas respostas emitidas pelo aluno; o professor tem a função de manipular as condições do ambiente do aluno, este por sua vez faz o papel de receptor do conhecimento.
[TV Jornal] Criança autista é discriminada em agência bancária
Processo de Ensino-Aprendizagem de pessoas com Síndrome de Asperger
O processo de ensino e Aprendizagem de pessoas com síndrome de Asperger deve ser uma relação mediadora pedagógica, dentro do cotidiano do sujeito, para que ele possa contextualizar questões com a realidade em que vive. A linguagem é um instrumento eficaz para o trabalho com Asperger, pois por meio da linguagem é onde ele encontra sua unidade com o próprio pensamento no significado das palavras. Assim, com o desenvolvimento de uma linguagem adequada, contextualizada, pode-se haver uma melhor interação do sujeito em sociedade.
Filme: Adam
O filme narra a história de um jovem com síndrome de Asperger, e que aos 29 anos se encontra morando sozinho em um apartamento e também possui um emprego em uma pequena loja de brinquedos, Adam possui uma grande inteligência, onde memoriza e conhece sobre assuntos de astronomia, matemática, tecnologia, literatura, história entre outros. Assim Após a morte de seu pai, Adam se vê em uma situação de dificuldades financeiras, então perde o emprego, e assim, conhece sua nova vizinha, por quem se interessa. Beth é escritora de livros infantis e trabalha em uma escola primária, e quando se muda para o novo prédio conhece Adam, com quem terá uma linda história de amor,superação, quebra de preconceito e com um ar de comédia.
Recursos Pedagógicos
Estruturar a rotina do dia. Oferecer previsibilidade. Proporcionar ao aluno conhecer oprofessor, o ambiente e os colegas. Estabelecer vínculo. Descobrir as áreas de especial interessee ter livros ou atividades relacionadas,no primeiro dia de aula. Prevenir problemas comportamentais Utilizar imagens. Facilitar a compreensão e a comunicação.
Utilizar ecursos de comdo contexto do aluno. Favorecer a comunicação. Favorecer atividades em grupo. Estimular a interação interpessoal. estabelecer vínculo afetivo. Conquistar a confiança. Estimular a redução dos movimentos repetitivos(estereotipias) ou repetição de palavras (ecolalia). Redirecionar o aluno para a atividade. Enfatizar as habilidades acadêmicas do aluno. Ampliar a aceitação do aluno no grupo. Valorizar os elementos da natureza. Facilitar a percepção e a diferenciação do mundo. Utilizar a música.
Utilizar ecursos de comdo contexto do aluno. Favorecer a comunicação. Favorecer atividades em grupo. Estimular a interação interpessoal. estabelecer vínculo afetivo. Conquistar a confiança. Estimular a redução dos movimentos repetitivos(estereotipias) ou repetição de palavras (ecolalia). Redirecionar o aluno para a atividade. Enfatizar as habilidades acadêmicas do aluno. Ampliar a aceitação do aluno no grupo. Valorizar os elementos da natureza. Facilitar a percepção e a diferenciação do mundo. Utilizar a música.
Escola, família e inclusão
É possível constatar que muitas são as experiências de exclusão vividas pelas famílias de sujeitos com autismo, além das alterações na dinâmica familiar, na conjugalidade, na vida profissional e no cotidiano em geral. A inclusão educacional representa uma pequena fatia de um estudo muito maior sobre a inclusão social.
É muito importante que haja uma parceria entre familiares e escola, pois os pais são portadores de informações preciosas que podem colaborar com o planejamento das intervenções educacionais das crianças autistas. A parceria entre família e escola pode se configurar especialmente por meio dos serviços de aconselhamento para amenizar o estresse e garantir a motivação para a continuidade do tratamento do filho e das técnicas dentro de casa. Diminuir os estressores familiares é importante para evitar que os pais deixem de manter um relacionamento afetivo com seus filhos e isolem-se do ambiente social (Sprovieri e Assumpção Jr., 2001; Gomes e Bosa, 2004). A escola também pode colaborar dando sugestões aos familiares de como estes podem agir em casa, de maneira que se tornem coautores do processo de educação de seus filhos. Muitas vezes, as estratégias educacionais desenvolvidas em sala de aula não têm uma continuidade dentro de casa, e isso só pode ser resolvido com um intenso processo de aconselhamento dos pais. Os programas educacionais para crianças autistas envolvem também os familiares, e, muitas vezes, o sucesso dos mesmos depende da continuidade da utilização das técnicas dentro de casa, e, para isso, é muito importante que, após a avaliação, o profissional conscientize os pais sobre as dificuldades de seus filhos, mas também ressalte quais são as potencialidades, e que os familiares, por sua vez, por meio de um constante acompanhamento profissional, acreditem nessas potencialidades e auxiliem nas intervenções (Glat, 2002)
PCS - símbolos de comunicação pictórica
PCS (The Picture Communication Symbols) = SIMBOLOS DE Comunicação PICTORICA = são pranchas de Comunicação alternativa ou suplementar (CAA) que podem ser utilizadas como um recurso de comunicação e ou estímulo de linguagem por pessoas que apresentem deficits ou distúrbios de comunicação oral. Os símbolos PCS são muito utilizados para pessoas com Paralisias Cerebrais, assim como para pessoas com outras dEficiências, assim como para criancas com Autismo, atendendo também a pessoas com traumatismo craniano, apraxia oral, doencas neuromotoras e problemas respiratórios, principalmente quando estas precisam de um complemento às suas habilidades de Comunicação atuais e futuras. E ja há uma versão em português deste símbolos, o BOARDMAKER, versão para Windows e Macintosh, produzido pela Mayer-Johnson Co. e comercializado pela Clik (ver Produtos e Servicos para pessoas com deficiência), para ser utilizada em computadores, contendo 3000 símbolos.
Comunicação Suplementar Alternativa (CSA)
A CSA permite que os indivíduos com dificuldades de se comunicarem verbalmente ou pela escrita, consigam interagir com os outros. O público-alvo dessa tecnologia, são adultos e crianças com paralisia cerebral, deficientes intelectuais e auditivos, além de portadores de autismo ou outras múltiplas deficiências, que se beneficiam usando os recursos suplementares como as imagens, para expressarem seus sentimentos e necessidades. Uma das formas mais simples desse tipo de relação, são os símbolos de comunicação pictórica conhecidos pela sigla PCS, que é uma simbologia de fácil identificação, apresentando os símbolos divididos em seis categorias de palavras, como exemplos: Pessoas, verbos. social, substantivos, descritivo, podendo ser combinados com fotos ou figuras, realizando assim mensagens mais individualizadas.Eles estão disponiveis para os deficientes em pranchas,softwares e livros.
Exemplo de uma CSA:
Colete de Comunicação
O Colete de Comunicação ou ColeClik é confeccionado por um tecido leve, permitindo a fixação dos símbolos atraves do velcro, transformando-se num instrumento de comunicação móvel, auxiliando na interação do deficiente com outras pessoas.Vocalizadores
Os Vocalizadores são recursos eletrônicos de reprodução de voz e gravação, criados para auxilarem a comunicação dos deficientes. O instrumento permite que o usuário expresse seu sentimentos através de mensagens que são pré-gravadas, acessadas por teclas,onde são colocadas fotos, figuras , símbolos ou palavras equivalentes ao conteúdo que foi gravado.
Assinar:
Postagens (Atom)





